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Mesmo com frio, público lota Palco das Águas em noite de sertanejo romântico

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Mesmo com frio, público lota Palco das Águas em noite de sertanejo romântico


Nem mesmo o frio de 12°C impediu o público de lotar o Palco das Águas e aproveitar a noite em clima de romance no primeiro dia do Festival de Inverno de Bonito, a 297 quilômetros de Campo Grande. Cinco mil pessoas estiveram na abertura da 20° edição do evento que ocorreu nesta quinta-feira (25). A programação continua até domingo (28).

O grupo local Canta Bonito abriu o show musical, enquanto a plateia aguardava ansiosa pela entrada dos sertanejos Chrystian e Ralf. Houve um atraso de uma hora na apresentação da dupla porém, não atrapalhou a diversão. Os artistas iniciaram uma apresentação que animou o público.
Para “aquecer”, a dupla cantou sucessos relembrando a trajetória. “Ficamos contentes em participar do evento, é um reconhecimento do nosso trabalho. Tá frio, mas está bom”, disseram. Foi a segunda vez que se apresentaram na cidade.
A trajetória da dupla começou na infância, quando acompanhavam o pai Mário e o tio Plínio nas serestas que faziam em Goiânia, noite afora, cantando sucessos da música sertaneja. A mãe Eunice, que fazia teatro infantil, também participava. Chrystian e Ralf se consolidaram como uma das principais duplas do país.
“Gosto muito de Chrystian e Ralf”, disse a aposentada Dorilda Ramos de Lima, de 59 anos. Ela e a amiga, Shirley Martine, de 62, são do Rio Grande do Sul e resolveram passar uns dias em Bonito. Não conheciam o festival, mas decidiram ficar para sentir um pouquinho do que é o evento e curtir o show dos sertanejos.
“Estamos desde domingo, fizemos vários roteiros. Nunca imaginei que íamos participar de tudo isso. Agregou o nosso passeio, mas amanhã a gente vai para outra cidade”, falou Dorilda. Depois que souberam do evento, decidiram não faltar. “Seja frio ou não, a gente vinha. Gostamos muito da cidade, das fazendas”, completou Shirley.
Além das atrações musicais, o primeiro dia do festival também foi marcado por dança, com o espetáculo “Vertebral”, do grupo Ares de Dança. A apresentação teve uma área de investigação na qual a presença do risco permanente atravessou o corpo dançante e acrobático em situações de desequilíbrio, suspensão, torções, queda e recuperação.

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